Especialidades

Transtornos de Ansiedade

Distúrbio de saúde mental caracterizado por sentimentos de preocupação, ansiedade, compulsão ou medo que são fortes o bastante para interferir nas atividades diárias.

Os transtornos de ansiedade são um dos problemas psicológicos mais comuns e predominantes em nossa população. 

Os principais são: Ansiedade Generalizada, Síndrome do Pânico, Fobias, Estresse Pós-Traumático e TOC. Podemos tratar essas patologias através da Psicoterapia e da Hipnoterapia.

Diagnóstico

Para que o diagnóstico seja fechado é necessário que o indivíduo preencha alguns critérios conforme DSM V:

  • Preocupação excessiva, crônica e invasiva;
  • Estar presente na maioria dos dias há pelo menos 6 meses;
  • As preocupações são difíceis de controlar;
  • Deve estar associada há pelo menos 3 sintomas de ansiedade;
  • Deve causar sofrimento clínico significativo;
  • Aparente prejuízo no funcionamento social ou ocupacional.

** Outras especificações, consulte o DSM V.

Tratamentos

A medicação e a psicoterapia devem estar associadas para um melhor resultado terapêutico.

Cabe ao psicoterapeuta auxiliar o paciente a desenvolver habilidades para enfrentar os sintomas da doença em especial sua ansiedade antecipatória e visão negativa e catastrófica das situações.

Ansiedade Generalizada

O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é caracterizado pela ansiedade excessiva e preocupação exagerada com os eventos da vida cotidiana sem motivos óbvios. Pessoas com sintomas de transtorno de ansiedade generalizada tendem sempre a esperar um desastre e estão sempre extremamente preocupadas com saúde, dinheiro, família, trabalho ou escola.

Em pessoas com Ansiedade Generalizada, a preocupação geralmente é irreal ou desproporcional para a situação. A vida diária torna-se um constante estado de preocupação, medo e pânico. Eventualmente, a ansiedade domina o pensamento da pessoa, interferindo no funcionamento diário, incluindo o trabalho, a escola, as atividades sociais e os relacionamentos.

Principais sintomas da Ansiedade Generalizada

O Transtorno de Ansiedade Generalizada afeta a forma como uma pessoa pensa, mas a ansiedade também pode levar a sintomas físicos. A ansiedade generalizada ocorre quando uma pessoa encontra dificuldade para controlar o medo, durante vários dias, por um período superior a seis meses. Além disso é preciso apresentar três ou mais sintomas de da lista abaixo:

  • Preocupações e medos excessivos
  • Visão irreal de problemas
  • Inquietação ou sensação de estar sempre “nervoso”
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  • Dores de cabeça
  • Sudorese
  • Dificuldade em manter a concentração
  • Náuseas ou queimação no estômago
  • Necessidade de ir ao banheiro com freqüência
  • Fadiga e sensação de cansaço constante
  • Dificuldade para dormir ou manter-se acordado
  • Surgimento de tremores e espasmos
  • Ficar facilmente assustado

Tratamentos

Se nenhuma outra condição médica for encontrada, o indivíduo pode ser encaminhado para um psiquiatra ou psicólogo, profissionais de saúde mental que são especialmente habilitados para diagnosticar e tratar doenças mentais como a Ansiedade Generalizada. O tratamento para o Transtorno de Ansiedade Generalizada geralmente inclui uma combinação de medicação e psicoterapia.

Síndrome do pânico

síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente.

Quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado. Além disso, as crises são seguidas de preocupação persistente com a possibilidade de ter novos ataques e com as consequências desses ataques, seja dificultando a rotina do dia a dia, seja por medo de perder o controle, enlouquecer ou ter um ataque no coração.

Causas

As causas exatas da síndrome do pânico são desconhecidas, embora a Ciência acredite que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como:

  • Genética
  • Estresse
  • Temperamento forte e suscetível ao estresse
  • Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.

Alguns estudos indicam que a resposta natural do corpo a situações de perigo esteja diretamente envolvida nas crises de pânico. Apesar disso, ainda não está claro por que esses ataques acontecem em situações nas quais não há qualquer evidência de perigo iminente.

Fatores de risco

As crises de síndrome do pânico geralmente começam entre a fase final da adolescência e o início da idade adulta. Apesar disso, podem ocorrer depois dos 30 anos e durante a infância, embora no último caso ela possa ser diagnosticada só depois que as crianças já estejam mais velhas.

A síndrome do pânico costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:

  • Situações de estresse extremo
  • Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima
  • Mudanças radicais ocorridas na vida
  • Histórico de abuso sexual durante a infância
  • Ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.

Algumas pesquisas indicam que se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. Pode acontecer, no entanto, de a doença se manifestar sem que haja histórico familiar dela.

Sintomas de Síndrome do pânico

Ataques de pânico característicos da síndrome geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo.

O pico das crises de pânico geralmente dura cerca de 10 a 20 minutos, mas pode variar dependendo da pessoa e da intensidade do ataque. Além disso, alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. É bom ficar atento, pois muitas vezes um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.

As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas:

  • Sensação de perigo iminente
  • Medo de perder o controle
  • Medo da morte ou de uma tragédia iminente
  • Sentimentos de indiferença
  • Sensação de estar fora da realidade
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia
  • Sudorese
  • Tremores
  • Dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento
  • Hiperventilação
  • Calafrios
  • Ondas de calor
  • Náusea
  • Dores abdominais
  • Dores no peito e desconforto
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Desmaio
  • Sensação de estar com a garganta fechando
  • Dificuldade para engolir

Uma complicação frequente é o medo do medo, ou seja, o medo ter outro ataque de pânico. Esse medo pode ser tão grande que a pessoa, muitas vezes, evitará ao máximo situações em que essas crises poderão ocorrer novamente.

Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas portadoras da síndrome muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico e podem, até mesmo, despertar problemas mais graves, como alcoolismo, depressão e abuso de drogas.

Não há como prever as crises de pânico. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, parece não haver nada específico capaz de desencadear o ataque. Mas há indícios de que lembrar-se de ataques de pânico anteriores possam contribuir e levar a uma nova crise.

Tratamento de Síndrome do pânico

O principal objetivo do tratamento da síndrome do pânico é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos. Ambos têm se mostrado bastante eficientes. Dependendo da gravidade, preferência e do histórico do paciente, o médico poderá optar por um deles ou até mesmo por ambos, já que a combinação dos dois tipos de tratamento têm se mostrado ainda mais eficaz do que um ou outro operando isoladamente.

Estresse

Esse é um dos sentimentos vivenciados com bastante frequência no dia a dia, mas quando o estresse é intenso, deixa a vida do indivíduo muito pesada e insatisfatória. É recomendado que o paciente procure o auxílio de um psicólogo para não desenvolver outros distúrbios como, por exemplo, ansiedade, pânico, fadiga ou depressão.

Estresse pós-traumático

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio de ansiedade que se manifesta em decorrência de o portador ter sofridos experiências de atos violentos ou de situações traumáticas.

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando se recorda do fato, ele revive o episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento que o agente estressor provocou. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.

Aproximadamente entre 15% e 20% das pessoas que, de alguma forma, estiveram envolvidas em casos de violência urbana, agressão física, abuso sexual, terrorismo, tortura, assalto, sequestro, acidentes, guerra, catástrofes naturais ou provocadas, desenvolvem esse tipo de transtorno. No entanto, a maioria só procura ajuda dois anos depois das primeiras crises.

Os sintomas podem manifestar-se em qualquer faixa de idade e levar meses ou anos para aparecer. Eles costumam ser agrupados em três categorias:

  • Reexperiência traumática: pensamentos recorrentes e intrusivos que remetem à lembrança do trauma, flashbacks, pesadelos;
  • Esquiva e isolamento social:  a pessoa foge de situações, contatos e atividades que possam reavivar as lembranças dolorosas do trauma;
  • Hiperexcitabilidade psíquica e  psicomotora: taquicardia, sudorese, tonturas, dor de cabeça, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância.

Diagnóstico

O DSM-IV (Manual de Diagnóstico dos Distúrbios Mentais) e o CID-10 (Classificação Internacional das Doenças) estabeleceram os critérios para o diagnóstico do transtorno do estresse pós-traumático.

O primeiro requisito é identificar o evento traumático (agente estressor), que tenha representado ameaça à vida do portador do distúrbio ou de uma pessoa querida e perante o qual se sentiu impotente para esboçar qualquer reação. Os outros levam em conta os sintomas característicos do TEPT.

Tratamento

São opções de tratamento a terapia cognitivo-comportamental e a indicação de medicamentos ansiolíticos, quando necessários.

TOC

TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais -DSM.IV” da Associação de Psiquiatria Americana. A principal característica do TOC é a presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões.

Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira.

Em geral, os rituais  se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença.

Existem dois tipos de TOC:

  • Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;
  • Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade.

As causas do TOC não estão bem esclarecidas. Certamente, trata-se de um problema multifatorial. Estudos sugerem a existência de alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam a serotonina. Fatores psicológicos e histórico familiar também estão entre as possíveis causas desse distúrbio de ansiedade.

Em algumas situações, todas as pessoas podem manifestar rituais compulsivos que não caracterizam o TOC. O principal sintoma da doença é a presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo para aplacar a ansiedade que toma conta da pessoa.

Preocupação excessiva com limpeza e higiene pessoal, dificuldade para pronunciar certas palavras, indecisão diante de situações corriqueiras por medo que uma escolha errada possa desencadear alguma desgraça, pensamentos agressivos relacionados com morte, acidentes ou doenças são exemplos de sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo.

Em geral, só nove anos depois de ter manifestado os primeiros sintomas, o portador do distúrbio recebe o diagnóstico de certeza e inicia do tratamento. Por isso, a maior parte dos casos é diagnosticada em adultos, embora o transtorno obsessivo-compulsivo possa acometer crianças a partir dos 3, 4 anos de idade.

Na infância, o distúrbio é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, pode-se dizer que o número de casos é igual em ambos os sexos.

Tratamento

O tratamento de TOC pode ser medicamentoso e não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina.

A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem não medicamentosa com comprovada eficácia sobre a doença. Seu princípio básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica.

É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento.

Fobias

fobia é um medo persistente e irracional de um determinado objeto, animal, atividade ou situação que represente pouco ou nenhum perigo real, mas que, mesmo assim, provoca ansiedade extrema.

Fobia nem sempre é uma doença em si. Pode ser um sintoma de outra causa subjacente – geralmente um transtorno mental. De qualquer forma, o medo sentido por pessoas que têm fobia é completamente diferente da ansiedade que é natural dos seres humanos. O medo, por si só, é uma reação psicológica e fisiológica que surge em resposta a uma possível ameaça ou situação de perigo. Já a fobia não segue uma lógica propriamente dita, e a ansiedade nesses casos é incoerente com o perigo real que aquilo representa.

A fobia costuma ser de longa duração, provoca intensas reações físicas e psicológicas e pode comprometer seriamente a qualidade de vida de quem a tem.

Tipos

Existem diversos tipos de fobias, que vão desde o medo intenso de situações sociais (fobia social), de lugares cheios de pessoas (agorafobia) até o medo de animais, objetos ou situações específicas (fobia simples).

De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais, a fobia simples pode ser dividida em, pelo menos, cinco categorias:

  • Animais (aranhas, cobras, sapos, etc.)
  • Aspectos do ambiente natural (trovoadas, terremotos, etc.)
  • Sangue, injeções ou feridas
  • Situações (alturas, andar de avião, elevador ou metrô, etc.)
  • Outros tipos (medo de vomitar, contrair uma doença, etc.).

Causas

A causa de muitas fobias ainda é desconhecida pelos médicos. Apesar disso, há fortes indícios de que a fobia de muitas pessoas possa estar relacionada ao histórico familiar, levando a crer que fatores genéticos possam representar um papel importante na origem do medo persistente e irracional.

No entanto, sabe-se também que as fobias podem ter uma ligação bastante direta com traumas e situações passadas. Isso acontece porque a maioria dos problemas emocionais e comportamentais é desencadeada por dificuldades que uma pessoa enfrentou ao longo da vida. Todas as pessoas passam por momentos difíceis, mas algumas delas podem desenvolver, com o tempo, sentimentos de angústia que podem evoluir para um quadro de fobia.

Fatores de risco

Apesar de as causas de uma fobia não estarem totalmente esclarecidas, os médicos e psiquiatras acreditam que uma série de fatores possa estar envolvida. Veja:

Idade

Alguns tipos de fobia se desenvolvem cedo, geralmente na infância. Outras podem ocorrer durante a adolescência e há aquelas que também podem surgir no início da vida adulta, até por volta dos 35 anos de idade.

Sintomas

Os sinais e sintomas dependem muito do tipo de fobia que você tem. No entanto, independentemente do tipo, algumas características são notadas em todos os indivíduos que apresentam fobias:

  • Sentimento de pânico incontrolável, terror ou temor em relação a uma situação de pouco ou nenhum perigo real
  • Sensação de que você deve fazer todo o possível para evitar uma situação, algo ou alguém que você teme
  • Incapacidade de levar sua vida normalmente por causa de um medo ilógico
  • Presença e aparecimento de algumas reações físicas e psicológicas, como sudorese, taquicardiadificuldade para respirar, sensação de pânico e ansiedade intensos, etc.
  • Saber que o medo que sente é irracional e exagerado, mas mesmo assim não ter capacidade para controlá-lo.

Tratamento

O tratamento para a fobia tem como objetivo reduzir a ansiedade e o medo provocados por motivo ilógico, irracional e exagerado, ajudando no gerenciamento das reações físicas e psicológicas decorrentes deste medo.

Há três diferentes tipos de abordagem que podem ser seguidos pelos especialistas e pacientes: a psicoterapia, o uso de medicamentos específicos ou, ainda, a união de ambos.

Betabloqueadores, antidepressivos e sedativos costumam ser as medicações mais recomendadas pelos médicos e, quando unidas a terapias comportamentais, o resultado costuma ser bastante eficiente.

Além do tratamento medicamentoso e da psicoterapia, também a Hipnoterapia tem se mostrado muito eficaz.

Depressão

Também conhecida como o “mau do século”, em geral causa grande prejuízo na vida de quem sofre com essa doença. Quando não tratada, os sintomas podem se agravar e levar o indivíduo até mesmo a morte.

A depressão é uma doença que não deve ser confundida com uma angústia passageira, ataques de ansiedade ou tristeza, que também são sintomas de depressão. Qualquer pessoa pode sentir-se triste por um curto período, ou ter ataques de ansiedade uma vez ou outra, mas isto não quer dizer que estão sofrendo de depressão.

A depressão deve ser levada a sério, seus sintomas envolvem sentimentos permanentes de tristeza, solidão, aflição, inutilidade, desmotivação e dor emocional.

Existem tipos e intensidades diferentes de depressão e sua correta investigação é que irá orientar o profissional sobre qual será o tratamento mais adequado.

Como funciona o tratamento para depressão

Primeiro é necessário investigar as causa psicológicas e biológicas do transtorno para aplicar a melhor forma de tratamento.

Em geral o tratamento inclui a combinação de medicamentos e psicoterapia. Cada vez mais, as pesquisas sugerem que esses tratamentos podem normalizar alterações cerebrais associadas à depressão.

Obesidade & Transtornos Alimentares

Obesidade

Em muitos casos a obesidade está associada a conflitos emocionais inconscientes que precisam ser identificados e resolvidos através da psicoterapia.

Em geral a comida e a alimentação perdem seu sentido de combustíveis para a vida, deixam de estar a serviço do viver e acabam se transformando em emoção, medos, horrores, enfim toda sorte de afetos.

Na obesidade, a comida pode ocupar o lugar da falta, preencher um vazio, amenizar um vácuo que nada tem a ver com a comida em seu sentido concreto, saciar uma fome que vem de outros lugares, territórios a serem explorados.

Embora muitos não se deem conta, o tratamento da obesidade também tem um componente psicológico muito relevante, no qual a terapia pode ser de grande ajuda.

A obesidade é um problema de saúde provocado por diferentes fatores que podem ser físicos, genéticos, psicológicos e ambientais.

Além dos problemas estéticos, de acordo com a OMS, a obesidade tem consequências perigosas para a saúde. Entre os mais frequentes estão os problemas cardiovasculares, os distúrbios do movimento e alguns tipos de câncer (fígado, vesícula biliar, rins e intestino).

Nos últimos anos a psicologia se tornou muito importante no tratamento da obesidade. Os psicólogos trabalham com pessoas obesas e com excesso de peso para que aprendam uma série de ferramentas que lhes permitem perder peso ou manter as mudanças obtidas através de intervenções cirúrgicas para obesidade (como acompanhamento pré e pós cirurgia bariátrica).

A obesidade é uma doença multifatorial: a sua origem e sobrevivência são decorrentes de diferentes causas ou variáveis. A seguir, faremos uma rápida revisão das principais variáveis ​​e fatores associados à obesidade e ao excesso de peso.

Uma das variáveis ​​psicológicas mais importantes é o que comumente chamamos de “hábitos pessoais” e que os psicólogos chamam de “hábitos comportamentais”. Todos os hábitos ligados à rotina diária, alimentação e comportamento alimentar, são variáveis que predispõem ou condicionam a obesidade e o excesso de peso. Os hábitos também são a principal causa da recuperação do peso após uma cirurgia bariátrica ou após uma dieta bem-sucedida.

Os hábitos mais comuns que causam obesidade e sobrepeso são a falta de exercícios físicos e a ingestão automática de alimentos (sem ter a mente equilibrada no momento da refeição). Dentro deste grupo de hábitos também está escolher alimentos

Os de exercícios físicos e de acordo com o momento e o estado mental, realizar outras atividades enquanto comem, passar muitas horas sem comer, entre outros. Por todas estas razões, é essencial educar os nossos filhos desde pequenos, de modo que adquiram hábitos alimentares saudáveis que os pretejam contra a obesidade.

Como é a terapia psicológica no tratamento da obesidade e sobrepeso?

A terapia psicológica no tratamento da obesidade e do excesso de peso é fundamental para o sucesso de qualquer dieta, intervenção cirúrgica, e para que os seus resultados sejam mantidos ao longo do tempo. Uma vez que o psicólogo avalia em profundidade o comportamento alimentar, o seu contexto e os fatores que o influenciam, a intervenção psicológica é importante.

O tratamento psicológico depende sempre das necessidades específicas de cada paciente. Em geral, todos os hábitos relacionados à alimentação são abordados. Em primeiro lugar, é necessário realizar uma avaliação detalhada de todos os fatores psicológicos relacionados à alimentação. Os resultados da avaliação psicológica determinarão o que precisa ser feito na terapia.

Como um psicólogo pode ajuda-lo se você é obeso ou está com excesso de peso?

O psicólogo é o profissional da saúde especializado em comportamentos, emoções e pensamentos. Portanto é a pessoa melhor preparada para ajuda-lo a modificar hábitos pouco saudáveis e aprender a gerencias as suas emoções de forma positiva e benéfica para sua autoestima.

Um tratamento para a obesidade não estará completo se não houver uma terapia psicológica dentro do programa. Quando atacamos somente o excesso de peso, a pessoa perde quilos e isso é muito motivador, dá ao indivíduo muita força pessoal e melhora a autoestima, mas a raiz do problema continua lá: o papel emocional da comida e os maus hábitos alimentares.

Transtornos Alimentares

Os transtornos alimentares devem ser tratados através da psicoterapia associada ao tratamento psiquiátrico. Os transtornos mais comuns são a bulimia e a anorexia.

Estes distúrbios figuram entre as patologias psiquiátricas que vêm apresentando maior crescimento em termos de incidência na população. Quem já se aproximou desse universo talvez tenha constatado a sua gravidade, em termos dos prejuízos físicos, psíquicos, afetivos e sociais. Não é apenas o corpo que tem seu impacto, todo o psiquismo adoece no sentido da perda de vitalidade, de apetite e do prazer.

Os fatores que compõem a etiologia dos transtornos alimentares são os constitucionais (genéticos e biológicos), psicológicos (intra-psíquicos), familiares e sócio-culturais.

O corpo (e seus correlatos, como a sua nutrição, aspecto, vestimentas, etc.), gradativamente assume uma posição-alvo de exigências de perfeição e controle, sem que as pessoas se dêem conta dessa dinâmica de hipervalorização

Em termos gerais, na anorexia e na bulimia surge a declaração de uma guerra contra a gordura, que passa a ser a principal vilã de suas vidas.

Esses ambos os casos: obesidade e transtornos alimentares o tratamento envolve uma equipe multidisciplinar, que inclui o acompanhamento psiquiátrico, uso de medicamentos, reeducação alimentar, avaliação hormonal e nutricional e Psicoterapia, sendo indicada a Terapia Cognitiva e o Programa Pense Magro e também tem se mostrado eficaz o uso de Hipnoterapia. 

Psicoterapia

A Psicoterapia é um utilizado para facilitar  uma vida mais plena e harmoniosa. Ao contrário do que muitos pensam, a Psicoterapia não deve ser vista de um ângulo negativo como: “Uma pessoa problemática que busca ajuda” e sim como uma pessoa ciente de ser humana e de que tem limitações, em busca de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal

Ela é utilizada mais apropriadamente por profissionais da área da saúde mental, principalmente psicólogos ou médicos. O seu objetivo é o crescimento e o desenvolvimento pessoal, por este motivo, auxilia a pessoa que a busca mais autoconhecimento, maior eficiência, segurança e autoestima, é possível então atingir relacionamentos mais efetivos, saudáveis, genuínos e profundos em qualquer área da vida. A partir de métodos e técnicas próprias, a psicoterapia pode promover a saúde mental, física, familiar, social, sexual, intelectual, financeira, profissional, de lazer e espiritual, através da ampliação da consciência e do desenvolvimento das potencialidades existentes no indivíduo que a procura.

A Psicologia é uma ciência que estuda o indivíduo em sua essência, com o objetivo de auxiliá-lo a lidar com suas emoções e com seus conflitos.

Ao contrário do que muitos pensam a Psicoterapia tem começo, meio e fim, onde o psicólogo aplica seus conhecimentos no intuito de entender o problema e criar estratégias, juntamente com o cliente, afim de ajudá-lo, favorecendo modificações positivas em sua vida.

Quais problemas podem ser tratados com Psicoterapia:

Aumentar o autoconhecimento, expandir seus potenciais, amadurecimento emocional, mudança de pensamentos e comportamento, depressão, ansiedade, ansiedade antes de provas e entrevistas, problemas conjugais, problemas de relacionamento (afetivo), autoestima, luto, insegurança, timidez, compulsões, fobias (medos), pânicos, obesidade, transtornos alimentares, necessidade de aderência em prática de atividade física e dieta, tabagismo, pacientes com doenças crônicas, pacientes em tratamento do câncer, melhorar a qualidade do sono, conflitos familiares, agressividade, estresse, problemas somáticos, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático (vivência de acidentes, perdas, traumas ocasionados por assaltos, agressões e abuso sexual), conflitos emocionais durante a gestação, conflitos conjugais após a chegada dos filhos, problemas com a sexualidade (falta de desejo, falta de satisfação, ejaculação precoce, disfunção erétil, compulsões, dores durante a relação – vaginismo, dispareunia etc.), problemas no trabalho e vida profissional, escolhas, decisões importantes a serem tomadas, avaliação psicológica pré e pós cirurgia, supervisão de profissionais e situações ligadas à saúde que estão influenciando o estado emocional ou qualquer outro tema que esteja na competência do psicólogo.

Procurar ajuda psicológica é a oportunidade que se dá para olhar de frente suas limitações e as dificuldades causadoras de sofrimento, é aprender a melhor maneira de lidar com elas, se fortalecer, desenvolver potenciais e se autoconhecer. É acima de tudo, um investimento em sua qualidade de vida e crescimento pessoal.

Fazer terapia é reservar um espaço e tempo para cuidar do principal: VOCÊ.

O principal objetivo da terapia psicológica, não é transportar o paciente para um impossível estado de felicidade, mas sim ajudá-lo a adquirir firmeza e paciência diante do sofrimento. A vida acontece num equilíbrio entre a alegria e a dor. Quem não se arrisca para além da realidade jamais encontrará a verdade.” Carl Gustav Jung.

Hipnoterapia

A hipnoterapia é uma técnica que se utiliza de um estado de atenção alterado, com hiperfoco em soluções e recursos pessoais como ferramenta.

Hipnoterapia é o uso terapêutico da hipnose, ou o tratamento de uma doença com o uso de técnicas hipnóticas. É uma psicoterapia que facilita a sugestão, a reeducação ou a análise por meio da hipnose.

A hipnose passou a ser no Brasil, legalmente utilizada primeiramente por odontólogos (dentistas) há cerca de quarenta anos, depois por médicos psiquiatras, psicólogos e terapeutas; hoje existem inclusive no Brasil, departamentos de polícia com a chamada Hipnose Forense que busca esclarecer crimes através da técnica do reforço da memória (hipermnésia) das vítimas de estupro e rapto principalmente, dando assim o conforto às pessoas, de que criminosos podem ser mais facilmente localizados e não mais ameacem suas vidas. Assim sendo, pode-se dizer que o Brasil está na vanguarda do uso da hipnose com fins realmente importantes para a sociedade, com Psicólogos, Psiquiatras, Dentistas, Terapeutas, Cirurgiões e Policiais se utilizando de um procedimento técnico-científico legítimo, com resultados práticos e comprovados.

Na hipnoterapia, vários são os fenômenos que o paciente pode experienciar em estados hipnóticos ou de transe, podendo levá-lo a ter diferentes aprendizagens e pensamentos.

Terapia Online

É uma modalidade de atendimento psicológico autorizado pelo conselho federal de psicologia, serviço regido pela resolução 11/2018 e como todo serviço psicológico também respeita ao código de ética do psicólogo.

A orientação psicológica, avaliação ou terapia online são competências do profissional de psicologia. Se trata de uma forma moderna e com mais acessibilidade de se trabalhar psicologicamente uma questão. O psicólogo online, assim como o presencial, usa seus conhecimentos em Psicologia para ajudar o cliente.

É importante dizer que a terapia online não substitui, nem é melhor, que uma consulta ou terapia presencial, mas é uma forma moderna, dinâmica, mais acessível e móvel de se poder ter acompanhamento de um profissional da psicologia. Você pode contar com ajuda de um Psicólogo em qualquer lugar, basta ter um computador ou smartphone e acesso a internet.

Muitos recorrem a esta modalidade de atendimento por dificuldades de mobilidade, falta de tempo para deslocamento, dificuldades de sair de casa, entre outros motivos.

Quem pode usar o serviço de terapia online?

Adultos (maiores de 18 anos), que residam em qualquer região do Brasil ou em outros países e que falem fluentemente o idioma português e tenham domínio básico de computadores e internet. Vale salientar que os atendimentos seguirão as normas e legislação brasileiras.

É seguro fazer terapia pela internet?

Sim desde que se tenha alguns cuidados com relação aos equipamentos e softwares utilizados. Por este motivo aconselhamos que se use um computador pessoal com softwares de proteção devidamente instalados, configurados e atualizados. Mas cabe ressaltar que a comunicação pela internet, apesar de todos os cuidados que se tenha não é uma forma de comunicação totalmente segura.

Para que serve o atendimento online:

Autoconhecimento, expansão de potenciais, amadurecimento emocional, mudança de pensamentos e comportamento, depressão, ansiedade, ansiedade antes de provas e entrevistas, problemas conjugais, problemas de relacionamento (afetivo), autoestima, luto, insegurança, timidez, compulsões, fobias (medos), pânicos, obesidade, transtornos alimentares, necessidade de aderência em prática de atividade física e dieta, tabagismo, pacientes com doenças crônicas, pacientes em tratamento do câncer, conflitos familiares, agressividade, estresse, problemas somáticos, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático (vivência de acidentes, perdas, traumas ocasionados por assaltos, agressões e abuso sexual), conflitos emocionais durante a gestação, problemas com a sexualidade, no trabalho e vida profissional, escolhas, decisões importantes a serem tomadas, avaliação psicológica pré e pós cirurgia, supervisão de casos e situações ligadas à saúde que estão influenciando o estado emocional ou qualquer outro tema que esteja na competência do psicólogo.

Como Funciona?

Os atendimentos online ocorrem por videoconferência/chat/áudio através de ferramentas eletrônicas que permitam esse tipo de comunicação.

Contra Indicações

Esse tipo de atendimento não é indicado para pessoas que possuem transtornos psicológicos severos, distúrbios psicológicos graves, pacientes em crise ou acentuado descontrole emocional. Para esses casos é indicado o atendimento presencial. Caso tenha dúvidas sobre qual atendimento é mais adequado para você entre em contato pelo e-mail: contato@vanessareis.com.br

Requisitos Básicos

Computador com acesso a internet banda larga com boa velocidade e qualidade de conexão. Microfone e câmera em bom funcionamento. O usuário poderá optar por usar a câmera ou apenas a troca de mensagens via chat ou áudio.

Quais as Vantagens do Atendimento Online?

  • Permite um contato flexível (de acordo com as necessidades do cliente, você escolhe o dia e a hora);
  • Por poder ser atendido no conforto de onde estiver, você pode ter maior estímulo e desinibição para expor seus pensamentos;
  • A consulta online, assim como a presencial, é sigilosa, conforme o código de ética profissional. Tem as mesmas obrigações éticas inerentes ao exercício profissional do psicólogo: privacidade e confidencialidade, por isso se faz necessário que esteja em um local adequado, de preferência silencioso e sem interrupções;
  • Possibilidade do cliente entrar em contato e contratar os serviços de profissionais de onde estiver, a hora que quiser;
  • Se na sua região você tem dificuldades em encontrar um Psicólogo, aqui isso pode ser resolvido rapidamente;
  • Pessoas que tem dificuldade de locomoção.
  • Este é um serviço único que prioriza não só a qualidade técnica, mas também a melhor prática da Psicologia, respeitando a ética e a sua legislação existente.

Passo a passo

Você poderá se consultar com o psicólogo agendando data e horário desejados e será atendido por videoconferência/chat/áudio.

1) Faça contato através do WhatsApp (11 98205-0388), por um e-mail direto para (contato@vanessareis.com.br) ou através do formulário de contato do site, informando seus dados: nome completo, CPF e contatos, relate sua disponibilidade de horário para o atendimento online;

2) Será enviada a você uma reposta com as possibilidades de agendamento, valores e formas de pagamento;

3) Após o devido agendamento e pagamento realizado previamente, você será devidamente atendido no dia e horário marcados através da ferramenta eletrônica escolhida.

Terapia de casal

A terapia de casal tem como objetivo ajudar os parceiros a identificar as questões que estão causando a crise no relacionamento, resgatar os motivos que os uniram, reaprender a se relacionar, sentir o outro e compreender o sentido de estarem juntos.

Um relacionamento atravessa inúmeras fases durante seu ciclo de vida, e é normal que ocorram algumas dificuldades, porém em determinados momentos essas dificuldades crescem de maneira a pôr em cheque os sentimentos e muitas vezes a certeza de que ainda desejam seguir juntos nessa jornada. A força de um relacionamento é refletida em como o casal lida com as dificuldades encontradas e segue em frente.

O estilo de vida contemporâneo e o pensamento moderno mudou o padrão de pensamento das pessoas sobre relacionamentos. E isto virou de cabeça pra baixo as estatísticas de divórcio e casamento nas últimas décadas.

Embora o divórcio seja necessário em vários casos para evitar problemas futuros e angústias emocionais, caso os problemas não sejam somente circunstanciais, mas também irremediáveis e irreversíveis, é muito importante dar ao amor uma chance, e existem relacionamentos que podem ser salvos, se as pessoas envolvidas darem o primeiro passo e façam um último esforço para salvar a relação.

Muitos casais em algum momento da relação conjugal buscam a terapia de casal como uma tentativa para lidar melhor com conflitos que surgem no casamento. Os conflitos podem estar relacionados a insatisfação, infelicidade, desentendimento, divergências sexuais, ausência de comunicação, pensamentos de separação, fracasso nas tentativas de reaproximação, segredo familiar, incompatibilidade, entre outras razões. Independente do motivo da procura, a terapia tem como tarefa, auxiliar o casal a identificar os motivos que geram os desajustes e conflitos na relação conjugal. O casal por si só, nem sempre consegue descobrir e analisar a causa dos atritos e superá-los, razão esta que acaba por despertar nos cônjuges sentimentos relacionados a incompetência e impotência.

Em uma relação saudável, espera-se que o casal sinta um pelo outro, amor e atração sexual, além da comunicação, confiança, companheirismo, tolerância, capacidade para resolução de problemas e respeito às diferenças individuais. É importante que cada um possa se responsabilizar por seus pensamentos, sentimentos e comportamentos, sem esperar do outro a solução para seus conflitos, como por exemplo, esperar do outro que “cure” sua carência e preencha seus “vazios”. É comum a fantasia de completude e muitas pessoas se casam com a expectativa de que o outro irá suprir e/ou satisfazer todas as suas necessidades.

Esta fantasia é responsável pelas frustrações que tanto atrapalham a relação conjugal, gerando brigas e desentendimentos contínuos. No casamento, as pessoas não mudam, na verdade elas são projetadas pelo outro e frequentemente idealizadas. Com a convivência, o casal passa a se conhecer melhor e as expectativas são frustradas. O ideal inexiste.

A terapia de casal não é uma fórmula mágica para salvar o casamento, porém, é um espaço que facilita o diálogo e oportuniza o casal a reconstruir, ressignificar, rever a vida a dois, olhar para si, descobrir novas possibilidades de ação, repensar em suas atitudes e dificuldades, para que possam enfrentar os sentimentos que julgam difíceis de lidar.  A terapia de casal, não tem como objetivo evitar o divórcio e sim melhorar o relacionamento em nível de satisfação e entendimento. No entanto, nada impede que o casal chegue à conclusão de que ambos serão mais felizes separados. Neste caso, a terapia auxilia os cônjuges a enfrentarem a situação de forma menos traumática.

É bem comum que na terapia de casal, o terapeuta busca conhecer a vida dos cônjuges, suas escolhas amorosas e as perspectivas de cada um, que levaram ao casamento (o que esperavam e o que buscavam um no outro). É de extrema relevância o entendimento acerca das histórias passadas de cada cônjuge, em especial, a dinâmica e o ciclo de vida familiar.

Psicoterapia para Adolescentes

A terapia de adolescentes é realizada com pacientes entre as idades de 12 e 18 anos. Como sabemos, a adolescência é uma fase da vida que se situa entre a infância e a fase adulta. É comum o indivíduo atravessar esse período vivenciando conflitos bastante angustiantes, principalmente no que diz respeito a construção de sua identidade própria, assim como diversos conflitos envolvendo os relacionamentos. A terapia com o psicólogo pode ajudar o adolescente a atravessar essa fase de maneira mais tranquila e promovendo um grande amadurecimento que será necessário na fase adulta seguinte.

Psicoterapia para Adultos

A terapia de adultos é o atendimento psicológico realizado com pacientes entre 19 e 59 anos de idade. É destinada àquelas pessoas que procuram um psicólogo por conta de uma queixa específica ou desejam se conhecer melhor. Desafios muito difíceis de ultrapassar surgem inevitavelmente na fase adulta. Todos nós somos passíveis de nos sentirmos desorganizados, angustiados e fragilizados emocionalmente diante das dificuldades do dia a dia. Dessa forma, a psicoterapia tem como objetivo a identificação e reorganização das emoções e fantasias do paciente a fim de promover uma melhor adaptação frente a realidade e as frustrações vividas.

Psicoterapia para Idosos

A terapia de idosos é destinada aos pacientes que possuem de 60 anos de idade em diante. Nessa fase delicada da vida, o indivíduo passa por processos biológicos, e muitas mudanças físicas, psicológicas e sociais (como a aposentadoria), que podem se transformar em difíceis conflitos internos. O processo terapêutico visa promover uma melhora na qualidade de vida do idoso e, consequentemente, das pessoas próximas a ele. As sessões ocorrem no mesmo esquema da psicoterapia de adultos, ou seja, com atendimentos semanais através de conversas com o psicólogo.